Estresse: mal do século tem prevenção e tratamento!

O estresse é um problema muito comum na atualidade e que afeta pessoas de diferentes faixas etárias. Devido ao avanço das novas tecnologias e ao estilo de vida cada vez mais corrido, muita gente acaba presenciando situações estressantes com mais frequência e isso resulta em danos para o corpo e para a mente. 

Os sintomas do estresse são inúmeros e podem ser consequência de fatores como preocupações do dia a dia, excesso de trânsito, conflitos familiares, crises no relacionamento, dificuldades financeiras, competições ou cobranças no trabalho, excesso de atividades, falecimento na família, falta de momentos de lazer e muito mais. Outros fatores emocionais também contribuem para o estresse, entre eles, baixa autoestima, solidão, ansiedade, traumas e medo constante da violência.

Quando essas situações estressantes atingem um grau elevado e o indivíduo não consegue achar uma solução para elas, é comum que o nosso corpo comece a dar sinais de alerta. 

Isso acontece porque o cérebro começa a liberar hormônios como adrenalina e cortisol com mais frequência, fazendo com que a pessoa esteja sempre em estágio de alerta. Com isso, é comum o surgimento de manifestações físicas como sensação de dor no peito, dores de cabeça constantes, coração acelerado, falta de ar, tremores, irritabilidade, nó na garganta e suor frio. 

Embora muitas vezes esses sintomas possam parecer irrelevantes, é importante ter atenção a esses sinais de alerta para evitar o aparecimento de problemas mais graves, incluindo, depressão, síndrome do pânico, pressão alta, baixa na imunidade, úlcera gástrica, inflamações de pele ou obesidade. 

Tratamento do estresse

O primeiro passo para evitar que o estresse atrapalhe sua saúde é ter um estilo de vida mais saudável e evitar situações desgastantes. Como vivemos em um mundo cada vez mais atribulado e corrido, nem sempre as pessoas têm essa opção. Para tentar minimizar essas atribulações, é importante ter atividades relaxantes no dia a dia, investir em uma alimentação saudável e sempre manter os exames periódicos em dia. 

O simples hábito de parar alguns minutos do dia para ler um livro ou fazer algo que traga conforto para a mente já ajuda bastante. Outra recomendação é praticar exercícios e ter um hobby. 

A medicina preventiva tem se tornado uma importante aliada no tratamento do estresse porque é uma área médica que busca encontrar soluções para prevenir o aparecimento de doenças ao invés de simplesmente tratá-las. Nesse sentido, vale a pena marcar uma consulta com um especialista neste ramo e buscar alternativas para combater o estresse. Muito médicos utilizam suplementação, terapias alternativas, protocolos injetáveis, dieta ortomolecular e outras soluções. 

Os exames de sangue e a avaliação clínica de cada paciente ajudam o profissional a indicar o melhor tratamento, sempre respeitando suas condições biológicas, seu ritmo de vida e seus objetivos. 

Em casos mais graves de estresse, o médico poderá indicar o uso de calmantes ou ansiolíticos para ajudar na qualidade do sono do paciente e no controle dos sintomas físicos. 

Mas vale lembrar que somente o médico tem autorização para receitar esse tipo de medicamento e cabe ao paciente seguir as orientações com responsabilidade, evitando abandonar o tratamento e avisando ao médico caso sinta algum efeito colateral.

Hábitos simples para combater o estresse

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, 90% da população sofre com o estresse. Como já mencionamos, este problema pode resultar em consequências sérias, como o desenvolvimento de câncer, diabetes, depressão e hipertensão. Além de buscar ajuda médica e fazer um tratamento preventivo para o estresse, é importante seguir algumas outras orientações para ter mais qualidade de vida. As principais são:

  • Ter uma alimentação saudável
  • Praticar exercícios
  • Cuidar da postura
  • Fazer sexo
  • Dormir mais
  • Respirar de maneira correta
  • Rir com mais frequência
  • Cultivar pensamentos positivos 

Estresse em cada idade

Não há uma causa específica para o estresse na vida de uma pessoa. Mas algumas situações comuns em determinadas fases da nossa trajetória podem contribuir para o aparecimento deste mal do século. 

Em pessoas idosas, por exemplo, o estresse pode ser resultado preocupações com a aposentadoria, sedentarismo, perda de capacidade física e medo da morte. Nas pessoas mais jovens, é comum que problemas afetivos, divórcio, traições, dívidas, excesso de atividades e criação dos filhos gerem transtornos. 

Os adolescentes também sofrem com o estresse em virtude de cobranças no desempenho escolar, dúvidas sobre o futuro ou conflitos constantes com a família. Crianças também se deparam com situações estressantes especialmente quando são vítimas de bullying ou quando têm que lidar com separação dos pais. 

Tipos e estresse

A Associação Americana de Psicologia afirma que existem três tipos de estresse: o estresse agudo, o estresse agudo episódico e o estresse crônico. Além desses tipos, há ainda o Transtorno do Estresse Pós-traumático. Independentemente da causa, é importante buscar ajuda médica para evitar que o estresse gere transtornos mais severos.

Estresse agudo: é uma reação do corpo a um momento estressante e pode ser pontual. As consequências físicas mais comuns incluem dor de cabeça tensional, dor nas costas, dor no estômago, diarreia, aumento da pressão, dor muscular e palpitações. 

Estresse agudo episódico: é quando os episódios de estresse agudo se repetem com mais frequência e os sintomas vão se agravando com o tempo, resultando em crises de enxaqueca, doenças cardíacas e outras dores tensionais crônicas. 

Estresse crônico: é quando uma pessoa se mantém constantemente estressada, podendo apresentar problemas como fadiga constante, depressão, crises de ansiedade, sensação de fracasso e dores crônicas.

Transtorno do estresse pós-traumático: acontece quando o estresse é fruto de um trauma que levou a sintomas físicos, psíquicos e emocionais. Esse quadro é muito comum em pessoas que sofreram um acidente ou foram vítimas de violência. Toda vez que o paciente se recorda do fato ou se depara com uma situação semelhante, seu corpo sofre alterações neurofisiológicas e mentais.

Dicas para abordar o estresse na consulta médica

Ao buscar tratamento ou formas de prevenção, lembre-se de ter uma conversa franca com o médico para que ele possa conhecer bem seu estado de saúde e seu estilo de vida. Vale levar uma lista dos sintomas e há quanto tempo eles apareceram em sua vida. 

Siga todas as orientações do especialista e realize os exames com frequência para ver os resultados do tratamento.

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Dra. Larissa Diniz
Médica, pós-graduada em Medicina Integrativa, Preventiva e Nutrologia, com experiência na área da Medicina da Saúde e do Estilo de Vida, tratando de doenças autoimunes, metabólicas, hormonais, crônicas e prevenção de doenças, sempre atuando na sua causa com uma Medicina Personalizada.

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